Quando Nietzsche chorou é um livro no qual eu comecei a ler em 2009 quando eu estava em período de vestibular, a pesar de muitos acharem que foi por esse motivo pelo qual eu não o terminei de ler, na verdade foi por outro.
O livro é magnífico e conta a estória de um paciente, Nietzsche que era muito fechado e que tinha pensamentos suicidas, ele se consulta com um importante médico judeu Breuer, amigo de Sigmound Freud, que tinha um método diferente do normal da época de diagnosticar e tratar seus clientes, ele através de longas conversas conseguia detectar o verdadeiro motivo pelo qual ocasionou certa doença, combatia esses significados e alcançava as “curas”, alguns dos princípios da psicologia.
E através das conversas com Nietzsche, Breuer que era o médico na verdade se torna o paciente e conta sobre o seu desespero, seu anseio pela liberdade e seus desejos sexuais com uma paciente. E em cada discussão dos dois eu me deparei com citações muito importantes e uma delas foi sobre a motivação humana, para quê estamos condicionados, o que realmente queremos e o que desejamos é o desejado ou o desejo?
Na época eu não estava pronta para refletir sobre certos ensinamentos que as palavras de Irvin D. Yalom, o autor, tinha para transmitir aos seus leitores, são reflexões profundas sobre a vida e o nosso destino, a pesar de a cultura e a sociedade nos condicione a certo padrão, nós podemos fazer algo para sermos diferente, pode ser que um pequeno gesto que eu pratico seja proporcional ao meu tamanho perante o mundo.
São muitas reflexões e cada um interpreta de uma forma diferente. No meu estado atual de mudanças em todas as áreas da minha vida, o livro teve um significado enorme e tirou de mim alguns pesos. Aconselho que todos leiam, mas se você é do tipo que não agüenta verdades desagraveis por favor não leia, além de não gostar do livro que é maravilhoso você passará a me achar uma pessoa maluquinha.
Faculdade, estágio e trabalhos me esperando. Adoraria não ficar longe por muito tempo novamente mas, essas são as escolhas que fiz e toda escolha tem uma conseqüência boa, ruim ou evolutiva, gosto da ultima idéia, acho que seria muito chato se eu ganhasse na loteria amanhã e não tivesse dificuldades em ler um livro em pdf só porque não tenho setenta reais para comprar um impresso. Mentira, na verdade eu acharia muito bom haushaushasuhasu viajar o mundo e conhecer diversas culturas, meu desejo, meu eu!
Sempre espero que todos que estão lendo isso tenha gostado, porém, uma frase permanece na minha mente “escrever é uma dor pois nunca sabemos a opinião do leitor”, tem de haver muita coragem pra dividir certas coisas, sempre posto com a idéia de que ninguém lerá, isso me ajuda um pouco. Eu e minhas peripécias laugh!
Abraços e ótima semana a todos!
kel
Ahh, meu bem! Quem dera eu ter visitado seu blog antes. Me identifiquei. E pode ter certeza, que me tornarei leitora fiel. Assim, saberei de seus medos e anseios que, como você já sabe, são parecidos com os meus.
ResponderExcluirCom estima,
Natalie