Livro - O dia do Curinga

Olá pessoal, terminei hoje de ler “O dia do Curinga”. Achei o livro imensamente interessante. É uma estória enigmática de um simples garoto que passa por uma viagem incrível a procura de sua mãe. Escrito pelo mesmo autor de “O mundo de Sofia”, Jostein Gaarder sempre traz em seu livro uma pergunta pertinente. - Será que vivemos em um mundo real ou isso tudo é apenas um sonho?
Na verdade somente os "curingas" enxergam o que realmente somos e que realmente existimos nesse mundo. Sim, sim isso tudo é muito filosófico e o livro através de uma estória carregada de suspense realmente fala sobre a vida e sobre como devemos nos comportar para que possamos aproveitar todos os simples detalhes da vida que compõem o mundo maravilhoso em que vivemos.
Sempre presente na estória, as cartas são uma paródia do que somos. O livro é dividido por um baralho comum num tipo de jogo de paciência que não é formada com o curinga, mas somente ele que entende o verdadeiro sentido do jogo.
É realmente muito intrigante o livro e vale à pena lê-lo.

Sempre escuto as pessoas dizendo que não tem dinheiro para comprar esses livros caros, porém, quem me conhece sabe que eu não possuo dinheiro disponível para tantos livros. O que faço e aconselho a todos fazerem é pegar emprestado com amigos e ou na biblioteca municipal. O que vale é não deixar de ler por falta de “dindin”.
Lembro uma vez de ter lido que “A leitura é para o intelecto o que o exercício é para o corpo”. Nunca deixem de alimentar o sua mente.

Fica aí a mensagem!

Abraços a todos e uma ótima semana!

;)

Livro - A menina que roubava livros (Marcus Zusak)


Desde 2007, quando minha cara amiga Mariazinha me reapresentou a arte da literatura, que eu tenho vontade de ler o livro “A menina que roubava livros”. Sempre imaginei a “roubadora” de livros parecida com minha amiga, pois, a mesma, roubou um livro de da biblioteca de uma escola. MINTO! Ela pegou emprestado e não mais o devolveu.rsrs Seja como for, para mim ter lido este livro me emocionou duplamente pois, recordei de uma grande amiga e saboreei uma nova amizade através de Liesel, sua família, seu caro amigo e vizinho Rudy e um judeu. Uma relação verdadeira que se constituiu na Alemanha nazista.
Nunca antes, havia lido algo do lado alemão, conhecia apenas histórias judias. E pela primeira vez, li que houve também muita miséria e raras compaixões com o lado alemão.
A narradora também é bastante interessante. “Quando a Morte conta uma história, você deve parar para ler.” Este é o slogan que consta na capa inferior. Uma frase atrativa que já diz de imediato que a narradora é a própria morte. Um ser misterioso e que causa medo, porém, se mostra como um ser mais humano que sobrenatural, pois, possui emoções e pensamentos de um ser humano. Como ela mesma disse, “Eu também tenho coração”.
Aconselho todos a lerem, pois, além de contar uma estória emocionante, a Morte também nos mostra fatos históricos sobre a Segunda Guerra Mundial.
Pessoal, faz tempo que eu terminei de ler esse livro mas, penso que ainda esteja valendo a minha opinião. Espero que gostem e boa leitura!

Abraços,

;)